BomServo

Trabalhai, porque eu sou convosco, diz o Senhor dos Exércitos !  (Ageu 2.4).

Meu Diário
18/05/2009 16h12
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Eu… Deus… e os “Meus”!
 
Eu vivo na fraqueza de minha carne, mas desfruto da presença do Espírito de Deus, que habita a minha vida.
 
Embora eu saiba que o futuro que está por vir, será glorioso para mim, com um sabor eterno, não se comparando com os gloriosos momentos passageiros, que desfruto no presente tempo, embora viva uma luta em função da fraqueza carnal, sei que o meu fim será celestial.
 
Sim, Deus está comigo, ele se mostra pessoalmente, ainda que as lutas se façam sempre presente, posso sentir seu cuidado, seu consolo, e sempre cheio de graça e amor, sou por ele amado.
 
Minha carne é fraca, muitas vezes me faz balançar e até cair, mas, a cada novo dia, meu espírito está pronto a ressurgir, pois o Espírito de Deus é real, um constante consolador, dos fracos e abatidos é o perfeito ajudador.
 
Eu…, minha carne enfraquecida, Deus…, minha força, minha alma fortalecida.
 
Apesar de ter Deus sempre ao meu lado, eu preciso andar com muito cuidado, pois se a minha carne é fraca, eu que estou em pé, devo cuidar para não cair.
 
Em momento de dor e solidão, onde enfraquece o meu coração, fazendo calar minha oração, eu conto com o Espírito de Deus, que roga junto comigo, fazendo da minha oração o seu próprio gemido.
 
Assim vou vencendo a vida aqui neste mundo, até que um dia eu seja recebido de abraços abertos por Deus, para vivermos por tempos eternos. Sim, vivermos juntos… Eu… Deus… e os Meus!
 
 “E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos”. Romanos 8:27


Publicado por Bomservo em 18/05/2009 às 16h12
 
14/05/2009 09h47
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Eu… Deus… e os “Meus”!

 
Eu sinto muitas vezes que o meu eu se torna um gigante, ele se molda às circunstancias da vida, e quando me encontro diante de um grande obstáculo a ser ultrapassado, o meu eu se torna um gigante amedrontado, um gigante prisioneiro, sem forças, como que um boneco imóvel, sem condições de dar seus passos e seguir em frente.

Sim, há momentos em que meu eu se torna um gigante adormecido, ficando estático a olhar para traz, como quem sente saudades de algo, de um tempo que fora melhor do que o momento presente.
 
Os momentos onde a vida parece não desenvolver naturalmente, são momentos em que provavelmente o nosso eu está prisioneiro de algo que vai além do nosso esforço físico, da nossa razão, são momentos em que nosso eu reage como ser espiritual que é, como uma alma abatida, ansiosa por água, como uma terra seca.
 
Talvez tenha sido esse o sentimento que o salmista demonstrou ao expressar: “ Clamo a Deus no abatimento do meu coração…”Salmo 61:2
 
Ficamos estáticos, como uma estatua, quando desejamos viver movidos apenas pelo nosso eu. O eu tem a tendência de ficar olhando para o passado.
 
Foi assim com a mulher de Ló. “E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal”. Génesis 19:26
 
A fim de que a minha vida não se transforme em uma estatua, é preciso haver um equilíbrio entre …
 
“Eu”…”Deus”… e os “Meus”!
 
 
 
 
 


Publicado por Bomservo em 14/05/2009 às 09h47
 
08/05/2009 05h07
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Eu… Deus… e os “Meus”!

 


Quando penso em minha vida, além de pensar em mim e no Deus que tenho, eu não posso deixar de pensar nos meus familiares, nos meu amigos, nos meus problemas, nos meus desafios diários, em fim, minha vida também é composta pelos “Meus”.
 
É comum para mim passar o dia envolvido com muitas coisas por fazer, se não são coisas pessoais, são coisas envolvidas com a família ou meu trabalho.
Sei que há dias em que meu dia não rende, as horas passam rapidamente e parece que não consigo avançar com as tarefas por fazer.
 
Em meio aos afazeres diário, eu até consigo deixar de me preocupar com os “meus”, mas com certeza o peso da preocupação segue meus passos diários.
Porém, quando chega a noite, após um dia de correria, é comum eu me deitar e enquanto aguardo o sono, ou até mesmo no meio da noite, quando perco o sono, me ver pensando preocupadamente em todos os “meus”.
 
É durante a noite que os “meus” mais me assaltam, me provocando momentos de muita tensão, de medo, de ansiedade, fazendo assim da noite o meu tempo de buscar soluções , respostas para todas as questões da vida.
 
Assim eu tenho vivido muitas experiências noturnas, onde estão sempre presentes Eu… Deus… e os “Meus”!
 
É na madrugada que eu fortaleço o relacionamento entre Eu… Deus… e os “Meus”!
 
Eu tenho vivido nas noites sem sono as mesmas experiências que muitas pessoas têm, porém, eu tenho procurado seguir o exemplo do rei Davi , que em suas noites sem sono ele dizia:
 
“Ó Deus, tu és o meu Deus, de madrugada te buscarei; a minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água;…”
 
Quando me lembrar de ti na minha cama, e meditar em ti nas vigílias da noite”.
 
“Porque tu tens sido o meu auxílio; então, à sombra das tuas asas me regozijarei”.
 
Assim, compartilhando com Deus sobre os “Meus” , posso dormir e renovar não só minha força física , mas em especial , minha fé e esperança para o dia seguinte, expressando através da oração a minha confiança em Deus dizendo:
 
“Porque a tua benignidade é melhor do que a vida, os meus lábios te louvarão. Assim eu te bendirei enquanto viver; em teu nome levantarei as minhas mãos”.
 
É sempre bom ler antes de dormir o Salmo 63 , aprendendo com Davi a compartilhar sobre Eu… Deus… e os “Meus”!


Publicado por Bomservo em 08/05/2009 às 05h07
 
07/05/2009 04h24
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Eu… Deus… e os “Meus”!
 
Certa vez Deus se apresentou a mim de forma a me surpreender.
Talvez eu nunca imaginasse que um dia eu poderia dizer ter ouvido Deus falar.
Mas é assim que eu pude sentir e perceber Deus de forma mais direta, e após essa experiência, passei a viver de forma a desfrutar mais da companhia dele, sentindo-me assim mais completo em meu ser.
 
Estava eu certa vez em meu quarto, já era tarde da noite quando me pus a deitar, mas como não tinha sono e me custava ficar deitado olhando para o teto, resolvi pegar minha bíblia que estava ao lado da cabeceira. Sem dar conta de mim meus pensamentos, eu simplesmente fechei os olhos e disse em uma pequena frase: “Olá Deus! Eu preciso que me fales, pois preciso me sentir calmo a ponto de dormir um bom sono”.
 
Após, abrir a bíblia, comecei a ler sem mesmo atentar para o nome do livro ou capítulo que esta lendo.
 
A principio parecia uma simples leitura, mas no decorrer da mesma, pareceu que não era mais eu a ler, agora eu ouvia uma voz a falar comigo, como se alguém como eu estivesse sentado ao meu lado na cama. Era uma voz calma e serena a me falar :
 
“…agora, eu digo a ti, eu te formei, ó Mauro. Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o senhor teu Deus,…”
 
Em um curto espaço de tempo, eu me senti como uma criança tomado no colo por braços paternos, ouvindo uma palavra que me fazia sentir segurança enquanto ouvia :
 
“…visto que foste precioso aos meus olhos, também foste honrado, e eu te amei, assim dei os homens por ti, e os povos pela tua vida. Não temas, pois, porque estou contigo; a todos os que são chamados pelo meu nome e os que criei para a minha glória, os formei, e também os fiz”.
 
Se havia em mim algo que me fazia sentir desvalorizado, inseguro quanto ao dia seguinte, temeroso pela noite adentro, isso tudo agora não mais me aterrorizava.
 
Sim eu não estava sonhando acordado, Deus falava comigo, eu ouvia sua voz, sentia seu carinho e principalmente me sentia seguro em seus braços.
 
Eu ouvi de Deus uma promessa que faria toda uma diferença em minha vida:
 
“…você é minha testemunha, disse Deus, é meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o Deus da tua vida, e fora de mim não há Salvação”.
 
Após esse tempo ouvindo Deus falar, eu que agora não mais sentia temor, nem mesmo sentia o tempo passar, agora, eu não me sentia mais sozinho, sim a partir desse momento não era apenas mais “Eu”, na minha vida agora, éramos ...
Eu… Deus… e os “Meus”!



Publicado por Bomservo em 07/05/2009 às 04h24
 
02/05/2009 09h15
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Eu… Deus… e os “Meus”!

 

Eu sei que minha vida é composta desses três personagens, sendo que para eu ser feliz e me sentir realizado, bem como poder saber planejar e buscar alcançar sonhos e desejos, será preciso saber conviver de forma equilibrada e harmoniosa com cada um deles.
 
Quanto ao eu, tenho aprendido que é mais difícil, ou melhor, mais delicado entender de fato quem sou, pois há momentos em que me surpreendo com minhas reações e formas de aceitar-me.
 
Percebo que há uma grande batalha dentro de mim, onde o meu eu tenta sobrepor a Deus e aos meus semelhantes. Vejo que meu eu tem a tendência de ser exclusivo e egoísta.
 
A cada dia se faz necessário o exercício de uma autoavaliação, procurando assim saber se minhas atitudes e pensamentos são harmoniosos com o meu viver completo, onde existem “Eu”…”Deus”… e os “Meus”!
 



Publicado por Bomservo em 02/05/2009 às 09h15



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